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quarta-feira, março 06, 2024

Lições de Vida Aprendidas com Batuta: A Sabedoria Infinita de um Coração Canino



Em uma jornada emocionante, tive o privilégio de ser chamado para cuidar de um valente cãozinho de 13 anos, conhecido carinhosamente como Batuta. Diante de mim, uma família cheia de esperança ansiava por um toque de milagre. Ao avaliar Batuta, descobri que ele bravamente lutava contra o câncer, uma batalha que, infelizmente, não poderíamos vencer juntos.


Cercado pelo amor incondicional de sua família, Batuta encontrou conforto nos braços acolhedores de Pedro, um jovem garoto de apenas seis anos, cuja serenidade diante da iminente despedida era de uma maturidade surpreendente. E então, em um momento de paz e aceitação, Batuta gentilmente adormeceu, partindo para um sono eterno.

A sabedoria de Pedro nesse momento de tristeza trouxe uma nova perspectiva sobre a vida. Com palavras simples, mas profundamente tocantes, ele compartilhou um insight que iluminou nossos corações: "Os cães já chegam ao mundo sabendo amar incondicionalmente e ser leais, ensinamentos pelos quais nós, humanos, passamos a vida tentando aprender. Por isso, talvez, eles não precisem ficar tanto tempo conosco."

Esta lição de vida, vista através dos olhos de um cão, nos ensina a abraçar cada momento com alegria e gratidão:

Celebre a chegada dos que amamos com entusiasmo.
Abrace cada oportunidade para explorar o mundo ao seu redor.
Descanse e rejuvenesça com sestas restauradoras.
Movimente-se com vigor e alegria todos os dias.
Cultive a gentileza e a empatia, tocando a vida dos outros com amor.
Cultive a gentileza e a empatia, tocando a vida dos outros com amor.

Responda com sabedoria, escolhendo palavras suaves ao invés de reações duras.
Valorize os prazeres simples, como sentir o vento acariciando seu rosto.
Descanse e rejuvenesça com sestas restauradoras.
Movimente-se com vigor e alegria todos os dias.
Encontre refúgio na natureza e hidrate-se sob o calor do sol.
Quando a felicidade preencher seu coração, deixe que seu corpo dance livremente.
Passeie com entusiasmo, celebrando cada nova descoberta.
Seja autêntico e verdadeiro, honrando sua essência.
E, se algo precioso parecer perdido, nunca desista até reencontrá-lo.
E, por fim, lembre-se sempre de oferecer seu apoio silencioso e sua presença reconfortante àqueles que enfrentam dias difíceis. A presença amorosa e a compreensão são os mais valiosos presentes que podemos oferecer.

Batuta e Pedro nos lembram que, embora nossos companheiros de quatro patas possam partir cedo, eles nos deixam com lições de amor e lealdade que duram uma vida inteira.

quarta-feira, fevereiro 25, 2009

Memorável lição: na hora de reduzir custos, os seres humanos vêm em último lugar.




Você é diretor de uma indústria de geladeiras. O mercado vai de vento em popa e a diretoria decidiu duplicar o tamanho da fábrica. No meio da construção, os economistas americanos prevêem uma recessão, com grande alarde na imprensa. A diretoria da empresa, já com um fluxo de caixa apertado, decide, pelo sim, pelo não, economizar 20 milhões de dólares. Sua missão é determinar onde e como realizar esse corte nas despesas.

Esse é o resumo de um dos muitos estudos de caso que tive para resolver no mestrado de administração, que me marcou e merece ser relatado. O professor chamou um colega ao lado para começar a discussão. O primeiro tem sempre a obrigação de trazer à tona as questões mais relevantes, apontar as variáveis críticas, separar o joio do trigo e apresentar um início de solução.

"Antes de mais nada, eu mandaria embora 620 funcionários não essenciais, economizando 12 200 000 dólares. Postergaria, por seis meses os gastos com propaganda, porque nossa marca é muito forte. Cancelaria nossos programas de treinamento por um ano, já que estaremos em compasso de espera. Finalmente, cortaria 95% de nossos projetos sociais, afinal nossa sobrevivência vem em primeiro lugar". É exatamente isso que as empresas brasileiras estão fazendo neste momento, muitas até premiadas por sua "responsabilidade social".
Terminada a exposição, o professor se dirigiu ao meu colega e disse:
-Levante-se e saia da sala.
-Desculpe, professor, eu não entendi - disse John, meio aflito.
-Eu disse para sair desta sala e nunca mais voltar. Eu disse: PARA FORA! Nunca mais ponha os pés aqui em Harvard.
Ficamos todos boquiabertos e com os cabelos em pé.
Nem um suspiro. Meu colega começou a soluçar e, cabisbaixo, se preparou para deixar a sala. O silêncio era sepulcral.
Quando estava prestes a sair, o professor fez seu último comentário:
-Agora vocês sabem o que é ser despedido. Ser despedido sem mostrar nenhuma deficiência ou incompetência, mas simplesmente porque um bando de prima-donas em Washington meteu medo em todo mundo. Nunca mais na vida despeçam funcionários como primeira opção. Despedir gente é sempre a última alternativa.

Aquela aula foi uma lição e tanto. É fácil despedir 620 funcionários como se fossem simples linhas de uma planilha eletrônica, sem ter de olhar cara a cara para as pessoas demitidas. É fácil sair nos jornais prevendo o fim da economia ou aumentar as taxas de juros para 25% quando não é você quem tem de despedir milhares de funcionários nem pagar pelas conseqüências. Economistas, pelo jeito, nunca chegam a estudar casos como esse nos cursos de política monetária.

Se você decidiu reduzir seus gastos familiares "só para se garantir", também estará despedindo pessoas e gerando uma recessão. Se todas as empresas e famílias cortarem seus gastos a cada previsão de crise, criaremos crises de fato, com mais desemprego e mais recessão. A solução para crises é reservas e poupança, poupança previamente acumulada.

O correto é poupar e fazer reservas públicas e privadas, nos anos de vacas gordas para não ter de despedir pessoas nem reduzir gastos nos anos de vacas magras, conselho milenar. Poupar e fazer caixa no meio da crise é dar um tiro no pé. Demitir funcionários contratados a dedo, talentos do presente e do futuro, é suicídio.

Se todos constituíssem reservas, inclusive o governo, ninguém precisaria ficar apavorado, e manteríamos o padrão de vida, sem cortar despesas. Se a crise for maior que as reservas, aí não terá jeito, a não ser apertar o cinto, sem esquecer aquela memorável lição: na hora de reduzir custos, os seres humanos vêm em último lugar.

terça-feira, janeiro 20, 2009

Mensagem: Lição de convivência



Durante a era glacial, muitos animais morreram por causa do frio. Os porcos-espinhos, percebendo esta situação, resolveram se juntar em grupos, assim se agasalhavam e se protegiam mutuamente.

Mas os espinhos de cada um feriam os companheiros mais próximos, justamente os que forneciam mais calor.

E, por isso, tornavam a se afastar uns dos outros.

Voltavam a morrer congelados e precisaram fazer uma escolha:
Desapareceriam da face da Terra ou aceitariam os espinhos e as espetadas do seu semelhante.

Com sabedoria, e muito espirito de sobrevivência, decidiram voltar e ficar todos juntos. Aprenderam assim a conviver com as pequenas feridas que uma relação muito próxima poderia causar, já que o mais importante era o calor do outro. e assim sobreviveram.

O melhor relacionamento não é aquele que une pessoas perfeitas mas aquele que une pessoas tem um único alvo.

1 João 4.7-8 – “Amados, amemo-nos uns aos outros, porque o amor é de Deus; e todo o que ama é nascido de Deus e conhece a Deus. Aquele que não ama não conhece a Deus; porque Deus é amor.

sábado, agosto 04, 2007

Mensagem sobre amor de pai e filho



Na Romênia, um homem dizia sempre a seu filho: - "Haja o que houver, eu sempre estarei a seu lado".


Houve, nesta época um terremoto de intensidade muito grande, que quase arrasou as construções lá existentes. Na hora do terremoto este homem estava em uma estrada, e ao saber do ocorrido, correu para casa e verificou que sua esposa estava bem, mas seu filho estava na escola. Foi imediatamente para lá. E a encontrou a escola totalmente destruída. Não restou, uma única parede de pé. Tomado de uma enorme tristeza ficou ali ouvindo, a voz feliz de seu filho e sua promessa ( não cumprida ): ..." Haja o que houver: eu estarei sempre a seu lado".


Seu coração estava apertado e sua vista apenas enxergava a destruição. A voz de seu filho e sua promessa não cumprida o dilaceravam. Mentalmente percorreu inúmeras vezes o trajeto que fazia diariamente segurando sua mãozinha. O portão ( que não mais existia)... Corredor... Olhava as paredes, vendo aquele rostinho confiante, passava pela sala do 3º ano, virava o corredor e o olhava ao entrar. Até que resolveu fazer em cima dos escombros, o mesmo trajeto. Portão... Corredor... Virou a direita... E parou em frente ao que deveria ser a porta da sala. Nada! Apenas uma pilha de material destruído. Nem ao menos um pedaço de alguma coisa que lembrasse a classe. Olhava tudo... desolado... E continuava a ouvir sua promessa: - "Haja o que houver, eu sempre estarei com você". E ele não estava...


Começou a cavar com as mãos. Nisto chegaram outros pais, que embora bem intencionados, e também desolados, tentavam afastá-lo de lá dizendo: - Vá para casa. Não adianta, não sobrou ninguém. - Vá para casa. Ao que ele retrucava: - Você vai me ajudar? Mas ninguém o ajudava, e pouco a pouco, todos se afastavam.


Chegaram os policiais, que também tentaram retirá-lo dali, pois viam que não havia chance de ter sobrado ninguém com vida. Haviam outros locais com mais esperança. Mas este homem não esquecia sua promessa ao filho: "Haja o que houver, eu sempre estarei com você". A única coisa que dizia para as pessoas que tentavam retirá-lo de lá era: - Você vai me ajudar ? Mas eles também o abandonavam.


Chegaram os bombeiros, e foi a mesma coisa... - Saia daí, não está vendo que não pode ter sobrado ninguém vivo? Você ainda vai por em risco a vida de pessoas que querem te ajudar pois continuam havendo explosões e incêndios. Ele retrucava : - Você vai me ajudar? - Você está cego pela dor, não enxerga mais nada. Ou então é a raiva da desgraça. - Você vai me ajudar? Um a um todos se afastavam.


Ele trabalhou quase sem descanso, apenas com pequenos intervalos, mas não se afastava dali ....5 hs... 10 hs ... 12 hs ... 22 hs ... 24 hs ... 30 hs... Já exausto, dizia a si mesmo que precisava saber se seu filho estava vivo ou morto. Até que ao afastar uma enorme pedra, sempre chamando pelo filho, ouviu: - Pai ...estou aqui!


Feliz, fez mais força para abrir um vão maior e perguntou: - Você está bem? - Estou. Mas com sede, fome e muito medo. - Tem mais alguém com você? - Sim, dos 36 da classe, 14 estão comigo; estamos presos em um vão entre dois pilares. Estamos todos bem! Apenas se conseguia ouvir seus gritos de alegria.- Pai, eu falei à eles: - Vocês podem ficar sossegados, pois meu pai irá nos achar. Eles não acreditavam, mas eu dizia a toda hora... - "Haja o que houver, meu pai, estará sempre a meu lado".


- Vamos, abaixe-se e tente sair por este buraco. - Não! Deixe eles saírem primeiro... - Eu sei que haja o que houver... você estará me esperando!



Crônicas e contos. Toda semana um texto novo no blog Crônicas do Joel


quarta-feira, fevereiro 15, 2006

"A felicidade é aqui"


Do livro "A felicidade é aqui" :

As Para-Olimpíadas são competições especialmente organizadas para pessoas com deficiência física ou mental. Há alguns anos, nas Para-Olimpíadas de Seattle, nove participantes tomaram posição para a final da corrida de 100 metros rasos. Dado o sinal, todos partiram, com a certeza não em alta velocidade, mas cada um fazendo força para conseguir o melhor resultado e, se possível, ganhar. Um dos participantes, um menino, tropeçou no asfalto, caiu e começou a chorar. Os outros, ao ouvirem o choro, olharam para trás e pararam. Um por um, todos eles se viraram e voltaram. Uma das meninas, portadoras de síndrome de Down, se ajoelhou, deu um beijo no garoto e disse: "Pronto, agora vai sarar." O menino, amparado pelos outros, se levantou. Todos os competidores se deram as mãos e andaram juntos até a linha de chegada. O estádio inteiro aplaudiu-os de pé durante um longo tempo. E as pessoas que naquele dia lá estavam, certamente nunca se esquecerão dessa história. Esse atletas, considerados deficientes físicos e mentais, não tiveram, naquele momento, deficiência em sensibilidade e amor. E mostraram que na vida, mais do que ganhar sozinho, o que importa é ajudar os outros e ser solidário. mesmo quando isso significa diminuir o passo e renunciar um projeto." Depois de ler esse texto não há quem não se emocione. Existem heróis mais dígnos que essas pessoas narradas na história? Creio que não. Deficientes? Com certeza eles não são, ao contrário, são muito mais especiais que muita gente. Não precisa ser perfeito de saúde, esbanjar duma vida perfeita para ser solidário, para ajudar o próximo, para aprender os verdadeiros valores da vida. O que tenho é aplaudí-los de pé realmente, um ato honroso que deve ser lembrado para sempre.
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